Imprensa Nacional - A Idade do Papel
Direcção de Arte / Editorial / Print
A Idade do Papel é uma colecção em dois volumes, editada pela Imprensa Nacional e dirigida por Miguel Figueira de Faria, dedicada à arte da gravura portuguesa. Este primeiro volume concentra-se, em particular, na vida de Joaquim Carneiro da Silva (1732-1818), primeiro mestre gravador na Impressão Régia Portuguesa, incontornável pedagogo e peça-chave na cultura visual do iluminismo em Portugal.
Como tributo a tão notável figura e a tão nobre área, o livro é uma ode às artes-gráficas. Uma valsa única entre escolhas tipográficas, pormenores visuais, selecção de papéis e acabamentos de impressão. Como forma de nos aproximar ainda mais do trabalho deste mestre gravador ímpar, cada capítulo abre com o método (passo-a-passo) por ele desenvolvido para o desenho das letras de imprensa.
Enquanto artefacto criativo, este livro homenageia, muito particularmente, o engenho e a arte de Joaquim Carneiro da Silva.
Como forma de nos aproximar ainda mais do trabalho deste mestre gravador ímpar, cada capítulo abre com o método (passo-a-passo) por ele desenvolvido para o desenho das letras de imprensa.
A Idade do Papel — Volume 2
O segundo volume de A Idade do Papel — Cultura Visual em Portugal, das Luzes à Revolução — confirma e aprofunda a identidade editorial da colecção, ao mesmo tempo que conquista uma voz própria. A capa, ao escolher o papel metalizado como ponto de partida, ancora o livro na materialidade do próprio ofício que documenta. E a sobreposição tipográfica em relevo transforma o primeiro contacto num acto de leitura lenta e de descoberta táctil, coerente com um volume dedicado à imagem impressa. As entradas de capítulo, ao sequenciar o processo da gravura ao longo do livro, criam uma narrativa visual que acompanha e ilumina o texto académico, oferecendo ao leitor um fio condutor sensorial que traduz, em imagem, a progressão dos temas.
O resultado é um livro que pratica aquilo que estuda: usa a impressão, o papel e a tinta como veículo de uma reflexão sobre o poder que esses mesmos meios tiveram na transformação da cultura visual portuguesa.
As entradas de capítulo, ao sequenciar o processo da gravura ao longo do livro, criam uma narrativa visual que acompanha e ilumina o texto.